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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

AUSM - AULAS DO DIA 19 DE OUTUBRO DE 2017

ANTROPOLOGIA
Dr. Júlio Santos

A primeira hora esteve a cargo do Dr. Júlio Santos, um dos nossos conferencistas, que nos falou do tema que lhe é particularmente caro, o Folclore nacional.
A sua paixão levou-o a, com outras pessoas, fundar, em 24 de Junho de 1979, a Academia de Danças e Cantares Norte de Portugal, na Foz do Douro, que se propõe a recolher e exibir danças e cantares, bem como algumas tradições mais esquecidas da região norte de Portugal.
O tema a hoje a desenvolver foi "Processos Urbanos e Novos Movimentos Sociais".
Ficámos a saber mais sobre os estandartes e placas identificativas dos variados grupos de folclore; dos trajes conforme as ocupações e as ocasiões a que se destinam; dos ornamentos das mulheres, especialmente das jóias em ouro, da forma como são usadas e, tipos de danças e suas designações conforme as regiões.
É sempre com prazer que ouvimos o Dr. Júlio Santos, tanto mais que alia o seu enorme poder de comunicação ao conhecimento profundo da matéria.

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ESTÓRIAS DA HISTÓRIA
Dr. César Santos Silva

O segundo tempo foi ocupado a ouvir o Dr. César Santos Silva, que nos ministra a disciplina de Estórias da História.
Para hoje tinha destinado dois temas tão quentes quanto actuais, a possível declaração unilateral de independência pelo Governo da Catalunha e a tensão entre a Coreia do Norte e, quase, o resto do mundo.
O professor César Santos Silva relembrou-nos a evolução histórica da Península Ibérica, dos condados existentes no século XII até à fundação de Portugal, o país mais antigo da Península e dos mais antigos do mundo.
É consensual que a hipotética independência da Catalunha traria muitos problemas económicos para Portugal, Espanha e resto da Europa e que a Comunidade Europeia também sofreria um grande abalo porque perderia um polo económico muito importante. Não menos complicada ficaria a situação na Catalunha independente.

Mais complexa é, porque mais perigosa a nível global, os continuados lançamento de mísseis de longo alcance pela Coreia do Norte, tendo em atenção, por um lado o líder deste país e por outro o líder dos EUA. De um momento para o outro pode-se desencadear um conflito de proporções inimagináveis, alguém resolva "carregar no botão".
O equilíbrio estratégico mundial que impede a corrida às armas químicas pode estar em causa, e há muitas em más mãos.
As guerras ao longo do século XX e as ocupações, naquela região do Globo, não foram esquecidas.
Esperemos que prevaleça o bom senso em ambas as situações.
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